quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Professor pode ter reajuste igual ao dos senadores


SEGUNDA-FEIRA, 29 DE AGOSTO DE 2011

Projeto de Cristovam Buarque (PDT-DF) e Pedro Simon (PMDB-RS) que estende ao piso nacional dos salários dos professores o mesmo reajuste concedido aos senadores deve ser votado amanhã pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

A relatora, Ana Rita (PT-ES), propõe mudanças no projeto original (PLS 325/10), com solução que considera mais compatível com a capacidade financeira de estados e municípios. A decisão caberá à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Além do reajuste previsto em lei com base na variação do valor mínimo anual por aluno, o piso deve incorporar, a partir de 2012, adicional de um quarto do percentual do aumento dos senadores em 2011, de 61,78%. O acréscimo seria mantido até o piso chegar ao dobro do valor real de 2009, que era de R$ 950.

O projeto original concede o já previsto percentual de aumento do valor mínimo por aluno, mas prevalecendo, se maior, o reajuste concedido no mesmo período aos senadores.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Atividades Divertidas.

Alguns joguinhos para divertir a turma enquanto aprendem.






Loto Leitura

Atividades de Loto Leitura que ajudam muito no avanço da alfabetização das crianças. Use com apoio de alfabeto móvel ou plastifique as cartelas e ofereça a turma canetas de quadro branco que podem ser apagadas. Pode-se também usar fichas com as palavras para servir de apoio para as crianças que estão iniciando o processo de escrita.















segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O papel do professor: guiar o aprendizado

A facilidade com que os alunos interagem com a tecnologia também impôs uma mudança de comportamento em sala de aula. Hoje, já não é exclusividade dos mais jovens manter blogs, atualizar perfis em redes sociais ou bater papo com amigos na internet. A geração digital passou a exigir que o professor fizesse o mesmo - e ele está mudando pouco a pouco. Os motivos são claros. Em um mundo onde todos recorrem à rapidez do computador, nenhuma criança aguenta mais ouvir horas de explicações enfadonhas transcritas em uma lousa monocromática. "A tecnologia faz parte do cotidiano de todos os jovens. Os alunos esperam que o professor se utilize disso em sala de aula. Seu papel mudou completamente, mas continua essencial. Ele guia o processo de aprendizagem, sendo o elo entre o aluno e a comunidade científica", afirma Linda Harasim, professora da Universidade Simon Fraser, em Vancouver, no Canadá. Confira o perfil do novo professor.
O problema é, justamente, adaptar a tecnologia ao conteúdo pedagógico. É consenso entre os especialistas que não basta apenas investir em laboratórios, salas multimídia e projetores de luz. Muitas escolas, mesmo aquelas que gastam rios de dinheiro em equipamentos de última geração, deixam de lado o treinamento dos professores. Sem mudança na metodologia, as novas ferramentas são subtilizadas. "Passamos praticamente uma década do novo milênio e nosso modelo educacional ainda reflete a prática dos séculos XIX e XX. A internet ainda é usada, geralmente, como tampa-buraco ou enfeite nas salas de aula tradicionais", acrescenta Harasim.



Passem adiante este manifesto...a campanha "Fora Burro" já começou!!! Precisamos mostrar a este Senhor que o povo jacareiense não passa atestado de "burrice"!!!


Excelentíssimo Burro...
Uso a internet...uma ferramenta de grande alcance e rápida divulgação de notícias e pensamentos infelizes como o seu, para compartilhar com meus amigos da rede a indignação e vergonha por tê-lo como representante da minha cidade.
Comparecemos por obrigação para dar votos a pessoas como você, na esperança de que reconheça as carências daqueles que acreditam numa sociedade melhor. Decepção maior, é dar conta que além de cumprir a obrigação, temos que carregar por quatro longos anos um fardo tão pesado: o "Senhor Burro" nas nossas costas.
Se o "Burro" come, bebe, veste, usa do bom e do melhor é graças ao trabalho exaustivo, sem reconhecimento e mal remunerado do povo que te colocou de "quatro" na cadeira da Câmara. É com o dinheiro proveniente dos impostos que eu, parentes, amigos, cidadãos em geral e em especial os professores por você verbalmente agredidos colocam nos cofres públicos, que sua boa vida está garantida.
Mas o que esperar de uma pessoa de declarada e reconhecida incompetência acadêmica e de racíocinio limitado...fato este comprovado pela sua fala em relação a classe docente..."quem é inteligente, reconhece a hora de calar"...
O que me dá ânimo  é pensar que ao findar do seu mandato, não mais ocupará uma cadeira na Câmara...voltará a sua condição de origem...Não posso dizer que trabalhará como um "burro" pra sobreviver, pois não vou aqui ofender este pobre animal fazendo um comparativo sem precedente. Mas estou certa que o senhor voltará a sua "insignificante existência".
Acredito que o Senhor Burro não poderá contar com votos de professores...pois estes tem o bom senso pra não passar "atestado de burrice". Portanto: FORA BURRO!!!!

Autoria desconhecida

Críticas foram publicadas na internet. Segundo a polícia, vereador de Jacareí pode responder por injúria.

Um vereador de Jacareí, no Vale do Paraíba, interior paulista, postou na rede social Facebook críticas aos professores e à educação. Dario Bueno, do Democratas, mais conhecido como Dario Burro, escreveu que os professores são inúteis e que não gostam de dar aula. As declarações provocaram revolta na cidade.
O diretor do Sindicato dos Professores, Roberto Mendes, foi até à Câmara da cidade nesta terça-feira (9) e expôs no plenário a indignação da categoria. "Isso, no nosso entendimento é calúnia, é difamação. Então, ele deve responder pelo o que ele fala, ele é um homem público", disse Mendes.
Até esta terça-feira, não havia nenhuma representação contra o vereador na Câmara da cidade. Se isso for feito, o pedido será analisado pela Comissão de Ética e ele pode sofrer punições.
Na sessão da Câmara desta terça-feira, o vereador comentou a polêmica, disse não se arrepender dos comentários que fez e que acredita ser livre para expor suas opiniões. "Eu estou sendo sincero e ninguém espera sinceridade das pessoas, quanto menos os políticos", disse o vereador.
Se for denunciado, o vereador deve responder criminalmente pelas declarações. "Em tese, poderá configurar crime de injúria pela forma como ele fez essas declarações ofensivas, genéricas a uma categoria profissional dos professores", explicou o delegado Roberto Martins.
Neste tipo de crime de injúria, o culpado pode pegar até seis meses de detenção. O Sindicato dos Professores informou que ainda não fez uma representação na Câmara porque ainda vai se reunir para decidir que medidas tomar.
O vereador se defendeu, novamente atacando os professores. "Eu não tenho essa preocupação e creio que isso não procede. Mas, isso também demonstra o perfil autoritário do professor. Toda vez que ele é contrariado, ele quer punir quem o contraria de alguma maneira. Dentro da sala de aula, levando para a diretoria ou reprovando e fora da sala de aula levando para a delegacia ou Judiciário".

Indignada, a diretora da sede regional do CPP em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, professora Lúcia Gusmão Dantas Coelho, opina a respeito do polêmico político: " este vereador jamais poderia generalizar. Isto é um crime. Um absurdo. Cada pessoa é um universo. O professor, geralmente é sábio. Foi preparado para passar sabedoria aos seus discípulos como o Mestre dos Mestres, Jesus".
fonte: http://www.cpp.org.br/noticiascpp.php?id=3186


Acredito que todos os professores se sentiram indignados com a declaração desse político que não merece nunca ser reeleito, aliás nem deveria estar no poder. Um pessoa com esse pensamento, com esse caráter não pode ter cargo público nunca. Guardem esse nome, pois com sua cara de pau não duvido que se candidate novamente em breve. 

domingo, 14 de agosto de 2011

Câmara analisa projeto de lei que pune violência contra o professor


A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino. 

Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente. 

A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante.  


Indisciplina

De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição.


O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.




A origem do Dia dos Pais

Ao que tudo indica, o Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a idéia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.
Conta a história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinhos. Algumas fontes de pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés de John Bruce Dodd.
Já adulta Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washington, Estados Unidos. E também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.
A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a idéia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais (alguns dizem que foi oficializado pelo presidente Richard Nixon em 1972).
No Brasil, a idéia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.
Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia. 
Em outros países
Pelo menos onze países também comemoram o Dia dos Pais à sua maneira e tradição.
Na Itália, Espanha e Portugal, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. Apesar da ligação católica, essa data ganhou destaque por ser comercialmente interessante.
Reino Unido - No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.
Argentina - A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.
Grécia - Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.
Portugal - A data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração.
Canadá - O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial.
Alemanha - Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa). Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique.
Paraguai - A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.
Peru - O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Mostra Pedagógica / Julho - 2011


Temas da Mostra: Brincando com os animais da fazenda, reciclagem, circo, animais do fundo do mar, bichinhos de estimação, os 5 sentidos e As frutas.

Festa Julina - EMEI - 2011



Dia dos Pais.


Sacolinhas de leitura para casa.



Sacolinhas de leitura de Adivinhas e Parlendas.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Números para os pequenos.

video

Projeto desenvolvido por uma professora de Educação Infantil vencedora do Prêmio Víctor Civita / 2010. Vale a pena conferir. Simples, fácil de aplicar e poderá contribuir muito com o aprendizado das crianças.

Atividades com Parlendas.








Fichas de Parlendas Ilustradas.













Sequência para trabalhar com Parlendas

SEQUÊNCIA DE ATIVIDADES – EDUCAÇÃO INFANTIL


Escola: EMEI
Professora: Keyla dos Reis Duarte Veríssimo      Nível: Pré II
Período: Tarde
Área(s) de Conhecimento: Linguagem Oral e Escrita
Tema da Sequência: Parlendas e Adivinhas.
Data da Elaboração: 01/08/2011                         Período de duração: 08/08/2011 a 30/09/2011


CONTEÚDOS
HABILIDADES
ü        Participação em situações de conversação com intervenções adequadas, formulação de perguntas e emissão de opiniões;
ü        Relatar suas vivências argumentando ideias e pontos de vista;
ü        Exploração da oralidade em jogos verbais;
ü        Expressar-se em situações que exijam a comunicação oral;
ü        Leitura de palavras, símbolos, figuras, rótulos e textos de memória;
ü        Observar, manipular e ler, de acordo com suas hipóteses;
ü        Escuta de diferentes gêneros textuais lidos pelo professor diariamente;
ü        Identificar alguns gêneros textuais;
ü        Participação em situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da leitura;
ü        Participar de diferentes situações de aprendizagem envolvendo a leitura;
ü        Interesse pela leitura como fonte de prazer e conhecimento;
ü        Demonstrar interesse pela leitura como fonte de prazer e conhecimento;
ü        Leitura com ajuste do falado ao escrito;
ü        Compreender que a escrita representa a fala;
ü        Escrita de palavras, listagens e textos de memória;
ü        Reescrever palavras e pequenos textos;
ü        Prática de escrita do próprio punho utilizando o conhecimento que dispõe sobre o sistema de escrita.
ü        Participar de situações de escrita.


ATIVIDADES EM SEQUÊNCIA
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Atividade desencadeadora: Brincando de Adivinhar / Confecção de sacola de advinhas.
OD. A professora levará para sala algumas adivinhas e brincará com os alunos. Após irão confeccionar uma sacola de adivinhas que os ajudantes do dia levarão para casa para brincar com sua família. Utilizar imagens das respostas.
1- Apresentar a Adivinha - Tem asa mas não voa, tem bico e não bica? R- BULE
OD. A professora apresentará a adivinha e deixará que eles pensem pra tentar achar a solução. Caso não encontrem a professora mostrará algumas imagens fazendo com que eles possam relacioná-las a adivinha tentando assim buscar a resposta. Após a professora escreverá a adivinha no blocão e colará a imagem da resposta e o seu nome.
2- Apresentar a Adivinha - Não tem olhos mas pisca, não tem boca mas comanda? R- SEMAFÓRO
OD. A professora apresentará diversas palavras soltas que irão formar a adivinha, irá dar dicas para que as crianças possam ir selecionando as palavras para montar a adivinha. Depois de montada lerá com eles para que tentem achar uma resposta. A professora poderá dar algumas dicas para facilitar a descoberta. Após a adivinha e a resposta serão coladas no blocão para futuras consultas.
3- Apresentar a Adivinha - Entre os vivos, vive morto. Conta histórias sendo mudo. Nunca estudou na escola, mas sabe um pouco de tudo? R- LIVRO
OD. A professora apresentará a adivinha e deixará que eles pensem pra tentar achar a solução. Caso não encontrem a professora mostrará algumas imagens fazendo com que eles possam relacioná-las a adivinha tentando assim buscar a resposta. Após a professora escreverá a adivinha no blocão e colará a imagem da resposta e o seu nome.
4- Apresentar a Adivinha - Que anda com os pés na cabeça? R- PIOLHO
OD. A professora apresentará diversas palavras soltas que irão formar a adivinha, irá dar dicas para que as crianças possam ir selecionando as palavras para montar a adivinha. Depois de montada lerá com eles para que tentem achar uma resposta. A professora poderá dar algumas dicas para facilitar a descoberta. Após a adivinha e a resposta serão coladas no blocão para futuras consultas.
5- Apresentar a Adivinha - Que pula, mas não é bola, usa bolsa e não é mulher? R- CANGURU.
OD. A professora apresentará a adivinha e deixará que eles pensem pra tentar achar a solução. Caso não encontrem a professora mostrará algumas imagens fazendo com que eles possam relacioná-las a adivinha tentando assim buscar a resposta. Após a professora escreverá a adivinha no blocão e colará a imagem da resposta e o seu nome.
Atividade Desencadeadora: Roda de conversa.
OD. A professora conversará com os alunos sobre o que já aprendemos até aqui. Relembrará as quadrinhas estudadas. Apresentará o tema de estudo através da leitura de diversas parlendas do livro Bão – ba – la –lão,  explicando o que são parlendas e onde são usadas.
6- Atividade extraclasse.
OD. A professora pedirá que os alunos pesquisem com os pais algumas parlendas e tragam pra sala.
7- Socialização da pesquisa.
OD. A professora lerá as parlendas e montará com as crianças um mural em nossa sala.
8- Apresentação da Parlenda: Hoje é domingo.
OD. A professora apresentará a parlenda no blocão e fará a leitura diversas vezes. Deixará que os alunos leiam e tentem encontrar alguma palavra conhecida. Pintar os espaços entre as palavras mostrando diferença entre palavras e frases.
9- Pintando as rimas da parlenda no blocão.
OD. A professora voltará ao blocão e lerá novamente a quadrinha. Deixará que os alunos façam a pseudoleitura. Falará oralmente as rimas contidas na parlenda. Pedirá que pintem as rimas com cores diferentes. Depois as crianças montarão essas palavras com alfabeto móvel.
10- Escrita/cópia das rimas.

OD. A professora listará as rimas da parlenda no blocão e depois os alunos copiarão no sulfite e ilustrarão as palavras.
11- Caça palavras com banco de palavras.
OD. A professora entregará um sulfite com caça palavras da quadrinha colocando um banco de palavras para que eles usem de informação para realizar a atividade. (Utilizar apenas 3 palavras).
12- DVD / Ilustração da parlenda.

OD. A professora colocará o DVD do cocoricó onde essa parlenda é cantada e recitada pelos personagens. Depois entregará em sulfite a parlenda digitada para que leiam e ilustrem.
13- Apresentação da Parlenda: Macaca Sofia.

OD. A professora lerá a parlenda e depois irá apresentá-la no blocão faltando algumas palavras. À medida que forem lendo eles irão encontrar a ficha com a palavra que está faltando para completar. A professora poderá dar dicas da palavra para ficar mais fácil de encontrar, ex. letra que começa ou termina, quantidade de letras, etc.
Os alunos farão escrita/cópia da parlenda no sulfite.
14- Identificando palavras no texto.
OD. A professora irá reler a parlenda e pedirá que façam gestos para representar as palavras que estão sendo faladas. Falará algumas palavras e pedirá que encontrem no blocão. Distribuirá alfabeto móvel nas mesas e solicitará que montem algumas palavras (competição por mesas, quem monta primeiro)
15- Ordenações de frases.
OD. A professora levará a parlenda em tiras para que cada criança organize observando no blocão e cole no sulfite.
16- Apresentação da Parlenda: Rei Capitão.
OD. A professora escreverá a parlenda no blocão enfatizando fala e escrita. Fará leitura individual e coletiva.
Os alunos farão escrita/cópia da parlenda no sulfite.
17- Quebra cabeça de palavras

OD. A professora entregará para cada criança três palavras em forma de quebra cabeça para que montem e descubram que palavra é depois colem no sulfite e ilustrem.
18- Leitura da parlenda no blocão e montagem da parlenda ordenando as palavras.
OD. Os alunos farão a pseudoleitura da parlenda. A professora dividirá a turma em dois grupos e entregará as palavras da parlenda para que consigam montá-la inteira observando no blocão.
19- Forca na lousa.
OD. A professora separará a turma em grupos misturando os níveis para que auxiliem uns aos outros na descoberta das palavras. Brincará de forca usando palavras da parlenda.
20- Autoditado.
OD. A professora entregará um sulfite com desenhos que fazem parte da parlenda da macaca para que escrevam os nomes de acordo com suas hipóteses de escrita.

Ciência do Apoio Pedagógico/Diretor:______________________________________________



domingo, 7 de agosto de 2011

O que é uma parlenda?

Parlenda [De parlanda, com dissimilação] S.F. 1. Palavreado, palavrório, bacharelada. 2. Discussão inoportuna: desavença, rixa, 3. Rimas infantis, com verso de cinco ou seis sílabas, para divertir, ajudar a memorizar ou escolher quem fará tal ou qual brinquedo. EX: ‘’Amanhã é domingo/Pé de cachimbo; Um dois/feijão com arroz’’.[Var.: parlenga e (pop.) perlenda, perlenga].*


Segundo o Dicionário Aurélio, parlendas são rimas infantis que fazem parte das brincadeiras de crianças no quintal e na rua. Mas o que este repertório possui de tão especial para ter invadido as escolas já há alguns anos? Como fazem parte do mundo dos jogos, são rimados, divertem e são fáceis de memorizar, estes textos, junto com os trava-línguas, tornaram-se objetos de brincadeira e de trabalho de muitos professores, além de contribuir para manter vivo um repertório que faz parte da cultura popular da infância, pois em todos os cantos do Brasil as crianças, em diferentes épocas, usam as parlendas e os trava-línguas em suas brincadeiras. Muitos professores então, sabiamente, passaram a usá-los na escola para propostas interessantes, envolventes e divertidas de leitura, escrita e comunicação oral.
Existe também uma justificativa didática bastante pertinente para o seu uso nas propostas de alfabetização: são textos que permitem que os alunos leiam antes de saber ler. A partir desse repertório – que deverá ser construído ou apenas resgatado –, os alunos que ainda não compreenderam a relação entre a fala e a escrita terão nesses textos inúmeras possibilidades de tentar ajustar o oral ao escrito e assim avançar em suas hipóteses sobre o funcionamento do nosso sistema de escrita.
Para poderem avançar em relação aos conhecimentos sobre o sistema e em relação aos comportamentos de leitor, os alunos devem ser convidados a ler – mesmo que ainda não o façam do ponto de vista convencional – em contextos que favoreçam ao máximo sua atuação como leitores. Para isso, certas condições precisam estar garantidas: o texto que a criança interpretará deverá conter dicas que permitam, além da atribuição de significado ao escrito, que se façam antecipações e que se utilizem conhecimentos além da decifração.
Esses textos também possibilitam um importante trabalho com a oralidade, já que nasceram para ser falados. Assim, é interessante criar situações em que os alunos leiam, recitem ou declamem em público, aprendendo então qual a melhor entonação e o ritmo que devem ser dados ao texto que será apresentado.
Além de tudo isso, o repertório de textos memorizados pode enriquecer – e muito – o universo cultural dos alunos.

Algumas dicas

Quanto mais precisos forem a proposta e o contexto de leitura, maiores as chances de fazer os ajustes necessários entre o que é recitado e o que se encontra por escrito e a possibilidade de localização da informação pedida.
Quanto mais o conteúdo do texto for previsível e conhecido, mais os alunos poderão utilizar os indicadores qualitativos e quantitativos que os textos oferecem.
A presença de ilustrações e imagens permite ao aluno fazer relações com o conteúdo tratado nas parlendas e nos trava-línguas.
No planejamento das atividades que você vai encontrar a seguir vamos usar as parlendas com intencionalidade didática. São propostas de leitura, escrita e comunicação oral em que os alunos são convidados a ler, escrever e declamar parlendas conhecidas, inéditas, e ainda diferentes versões de uma mesma parlenda.
Vale lembrar que no 1º bimestre este universo infantil da cultura popular já esteve presente por meio das cantigas de roda. Organizar e planejar novas atividades com as parlendas e os trava-línguas, partindo dos mesmos pressupostos será bastante produtivo para o seu trabalho.
*fonte: GUIA PARA O PLANEJAMENTO DO PROFº ALFABETIZADOR - VOL 2 (PMESP)