quinta-feira, 4 de agosto de 2011

101 Maneiras de Amar Seus Filhos

Sabemos que não existe maior amor do que o seu pelo seu filho, mas você sabe como demonstrar de todos os jeitos que ele é especial para você?

O livro 101 Maneiras de Amar Seus Filhos dá dicas para os pais aproveitarem ao máximo tudo que acontece durante a infância dos pequenos e guardarem recordações dos momentos mais marcantes.

Separamos dez dicas de como as mães e os pais podem demonstrar que amam seus filhos:

- Bom dia: toda a manhã beije seus filhos ao acordá-los e faça disso um hábito.

- Queda livre: posicione-se por trás da criança, peça-lhe que relaxe e se deixe cair, segurando-a assim que vier em sua direção e chame o pai (ou a mãe) para a brincadeira. As crianças gostam de ver a confiança que os pais têm um no outro.

- História dos avós: respeite os avós e não questione o papel deles e seus direitos. Será inestimável que eles possam satisfazer a curiosidade da criança a respeito da infância dos pais – saber que os pais também já foram crianças é muito importante para os filhos.

- Bilhetinho no lanche: deixe bilhetinhos na lancheira da criança, seja para encorajá-la em alguma aula difícil ou apenas para transmitir palavras de afeto.

- Sinais secretos: junto com a criança, invente sinais secretos que possam ser empregados para tratar de assuntos que causem constrangimento se forem ditos em voz alta. Você pode coçar o nariz para pedir que ele se sente direito ou enrolar uma mecha de cabelo para que ele pare de cutucar o nariz.

- Estréia no cinema: de tempos em tempos, registre seus filhos em vídeo. Faça filminhos em que ele desempenhe o papel principal e não registre apenas festas, férias e ocasiões especiais; filme também situações cotidianas.

- Papai faz a barba: envolva seu filho no universo masculino, deixando que participe do momento em que você faz a barba, e partilhe com ele segredinhos e histórias masculinas.

- O amuleto: A fim de amenizar a tristeza dos momentos de separação, dê aos filhos objetos que representem amuletos, por exemplo, pequenas fotografias ou doces.

- Costura e ferramentas: faça roupinhas para a boneca preferida de sua filha, e arranje parafusos, porcas e pregos para a primeira caixa de ferramentas do seu filho.

- Eu te amo: aprenda a dizer a seus filhos que os ama. Comece já! – Aprimorar essa habilidade leva tempo.

Para saber mais:





101 Maneiras de Amar Seus Filhos
Ed. Panda Books (www.pandabooks.com.br), R$ 19,90



Professores e professauros.


Nesta obra Celso Antunes, ao mesmo tempo em que satiriza, faz uma crítica ao conservadorismo, que impede uma educação com grandeza. Ele oferece sugestões para a atuação de professores em sala de aula para uma aprendizagem consciente. Antunes quer destacar com o livro, que, professauros podem se transformar em professores e escolas sem rumo e sem sentido podem se transformar em instituições de qualidade. Não deixem de ler este livro. É muito interessante e vai ajudá-lo a refletir sobre o tipo de professor que você está disposto a ser.

Segue abaixo alguns comportamentos típicos do professores e dos professauros.

Quando o ano letivo se inicia:

Para o professor, é uma oportunidade de aprender e crescer, um momento mágico de revisão crítica e decisões corajosas.

Para o professauro, é o angustiante retorno á uma rotina odiosa, o eterno repetir amanhã, tudo quanto de certo e errado se fez ontem.


Quanto ao acolhimento dos alunos:

Para os professores, a alegria de percebê-los cada vez mais sábios e curiosos. A certeza de que não os ensinarão e sim contribuirão de uma forma decisiva para iluminar suas inteligências e afiar suas competências.

Para professauros, nada mais do que ter que encarar chatíssimos clientes, que transformados em espectadores pensarão sempre mais na disciplina que na aprendizagem, na vagabundice que no crescimento interior.

Quanto às aulas que irão ministrar:

Para os professores, um momento especial para propor novas situações de aprendizagens pesquisadas e por meio delas provocar reflexões, despertar argumentações, estimular competências e habilidades.

Para os professauros, nada além da repetitividade de informações que estão nos livros e apostilas, e a solicitação de esforços agudos da memória para acolher o que se transmite, ainda que sem qualquer significação e poder de contextualização ao mundo em que se vive.

Quanto aos saberes que se trabalhará: 

Para os professores: 
Um volume de informações que necessitará ser transformadas em conhecimento, uma série de veículos para que com eles se aprenda a pensar, criar, imaginar e viver.

Para os professauros:
Trechos cansativos de programas estáticos que precisam ser ditos, ainda que não se saiba por que fazê-lo.

Quanto á vida que se vive e os sonhos que se acalanta:

Para os professores:
Desafios a superar, esperanças a aguardar, conhecimento para cada vez mais aprender, a fim de fazer da arte de amar o segredo do viver.

Para os professauros:
A rotina de se trabalhar por imposição, casar por obrigação, fazer filhos por tradição. Empanturrar-se para se aposentar o quanto antes.

PROFESSAUROS

Julio Clebsch


Alguém já disse que devemos estudar o passado para compreendermos o presente e, na medida do possível, melhor prevermos o futuro. Nos dias de hoje, essa última parte esta cada vez mais difícil. O adequado seria retirarmos a palavra prevermos e substituí-la por nos prepararmos para? 

Ou seja, caro professor, que tal iniciar seu ano olhando para trás? Você se lembra dos dinossauros? Eles já foram os donos da Terra. Dominavam montanhas, pântanos, cerrados e oceanos. Como não souberam se adaptar as novas condições, em função de uma hecatombe espetacular, se extinguiram. Sumiram da face da Terra. Darwin foi genial em sua observação: Não é o maior nem o mais forte que sobrevive, mas o que consegue melhor se adaptar. 

Muito bem, caro amigo. Com a sua profissão é a mesma coisa. Tenho certeza que em sua instituição existem diversos colegas que já deveriam estar extintos. São profissionais que se recusam a ver que o mundo mudou. Continuam a fazer as coisas da mesma forma. São atuais apenas como pecas em um museu. E isso não tem nada a ver com idade. Tem a ver com atitude, com atualização, com amor pela profissão. 

Vou dar alguns exemplos de professores que estão ameaçados de extinção. Confira se um deles não é você ou algum colega seu: 

TITANOSSAURO: Um monstro de 15 metros de comprimento, 5 metros de altura e 15 toneladas de peso. Destruía tudo o que encontrava pela frente. Árvores eram gravetos. Rios eram córregos. O professor Titanossauro também é um destruidor. Ele chega devagar, com a fala mansa e consegue no final destruir tudo a sua frente. Pode ser a sala de aula, a equipe pedagógica, os projetos esperados. Como vivem muito, os titanossauros viviam cerca de 100 anos, sua longevidade e experiência fazem dele um alvo muito difícil de ser eliminado. 

PTEROSSAURO: Uma espécie de dinossauro dotado de asas. Assustador. Voava grandes distancias. Possuía uma enorme crista em sua cabeça. A função dele tanto podia ser para orientação quanto para atrair possíveis parceiros. Enfim, um exibido. Da mesma forma, o professor Pterossauro. Ele esta sempre espalhando seus feitos. E não importa se tais realizações são verdadeiras ou imaginárias. Uma das características desse professor em extinção é que ele sabe ser simpático. Assim, disfarça bem o fato que exibe muito e faz pouco. 

RONDON II: Um dos maiores carnívoros que já existiu comparável ao Tiranossauro Rex. Um predador temível, perigoso e individualista. Justamente o que não se quer nas escolas. O professor Rondon II chega, dá sua aula, vai para casa. Cumpre sua tarefa com precisão cirúrgica. Não fale com ele sobre equipe, companheirismo. Ele não se importa com nada. A princípio, ninguém tem nada com ele. Cumpre o básico rigorosamente. Alias, tem fama de rigoroso. Mas, cuidado, rigor é uma coisa, às vezes ate bem-vinda, falta de interesse é outra extremamente prejudicial. 

CINODONTE? Uma das características desse animal era seu impressionante extinto de sobrevivência. Se a fome apertasse, ele comia qualquer coisa que encontrasse pela frente, ate mesmo seus próprios filhotes. O professor Cinodonte também faz tudo para sobreviver na escola. Em outras palavras, procura sobreviver no emprego, em vez de desenvolver sua própria competência. Na verdade, especializa-se nas artes de sabotar e puxar o tapete dos outros. Algo bem triste, pois se aplicasse a energia desperdiçada na elaboração de seus planos mirabolantes na construção de uma escola melhor, seria um excelente profissional. 

Enfim, poderia continuar citando uma serie de animais pré-históricos. Quase todos extintos. São poucos os que sobreviveram até nossos dias. O mesmo vale para sua carreira, professor. Muito em breve, os Professauros, a maioria deles, não serão mais encontrados. Espero que você não seja um. Ou, se apresentar algum dos sintomas descritos acima, mude enquanto ainda e tempo. 



Sou a favor da leitura!!!




Muito se fala, ou discute, sobre a importância da leitura para as pessoas. Mas afinal, todos sabem essa resposta. O problema é muitos decoraram a resposta a este questionamento e não significaram isso na prática. Ler é muito mais do que simplesmente contribuir para uma melhor aquisição da escrita; É muito mais do que informar... Ela desenvolve habilidades cognitivas importantes, quando fazemos uso verdadeiro desta prática.

Por Lecimar Will Nunes.

PRÊMIOS E CASTIGOS


Conta-se que uma menina muito estudiosa, ao ser promovida à série seguinte na escola com ótimo aproveitamento, perguntou ao seu pai:
— Papai, qual o presente que irei receber do senhor, pela minha promoção na Escola?
— Nenhum, minha filha! respondeu o pai com naturalidade.
— Como assim, meu pai? Então não mereço uma recompensa pelo meu esforço nos estudos?
— Filha querida, você vai à escola para estudar e assim, o trabalho desempenhado com as tarefas escolares e o esforço despendido para alcançar essa excelente promoção, que merece os nossos aplausos, nada mais representam do que o cumprimento do seu dever, demonstrando a sua responsabilidade da palavra empenhada por ocasião da sua matrícula. Portanto, não há motivo para receber presente como recompensa, entendeu?
— Compreendo meu pai, eu não tinha pensado nisso, e agradeço-lhe o ensinamento.
O estudo com os trabalhos decorrentes do desenvolvimento do processo educativo, constituindo um dever natural na vida do estudante, não se justifica oferecer prêmios pela promoção no fim do período escolar.
A verdadeira educação não recompensa e nem castiga.
As lições ministradas pelos professores, e especialmente o seu exemplo, demonstrado em seu comportamento, seguindo o fenômeno natural da aprendizagem, irão penetrando na mente do aprendiz, para a conquista da sua responsabilidade pessoal.
Quantas vezes presenciamos as escolas concederem prêmios aos alunos que são classificados nos primeiros lugares, colocando os seus nomes no "quadro de honra" ou mesmo, oferecendo presentes, e ainda, sendo também agraciados aqueles que mantiveram a freqüência integral!
Analisando as condições dos premiados, e comparando com as dos outros alunos, chegaremos a conclusões que preocupam qualquer educador. Atentemos para as diferenças individuais, o grau de inteligência, o sistema de vida da família, as condições de saúde, que sem dúvida, exercem a maior influência na aprendizagem.
Desta forma, às vezes, a criança que obteve menor classificação se esforçou talvez muito mais, do que aquela mais bem dotada de inteligência e que vive uma situação mais equilibrada, podendo assimilar melhor as lições apresentadas nas aulas.
Os pais e educadores devem transmitir à criança as noções de responsabilidade no estudo, fazendo-a sentir a necessidade do conhecimento para a evolução do seu espírito.
Assim sendo, a criança compreenderá que o aproveitamento escolar é uma conseqüência natural do estudo metódico e perseverante, promovido pelo seu esforço e pela freqüência regular às aulas. Não será, então, pelo interesse dos prêmios e presentes que se aplicará nos estudos, realizando uma aprendizagem consciente, isenta de orgulho e vaidade.
E, quando houver a falta do cumprimento das tarefas determinadas, o professor deverá oferecer ao aluno uma nova oportunidade para a elaboração do trabalho exigido, explicando-lhe que não representa um castigo, mas apenas a necessidade do atendimento dos deveres estabelecidos.
Logo, concluímos que, nem prêmios nem castigos, mas sim, a formação do caráter, no sentido de plasmar no espírito infantil o senso da responsabilidade, com as idéias do respeito e da dignidade humana.
(De “Crianças e Jovens”, de Izabel Bueno)

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Nunca pare de sonhar

Richard Bach


Havia no alto da montanha três arvores. Elas sonhavam com o que iriam ser depois de grandes.
A primeira, olhando as estrelas disse: eu quero ser o baú mais precioso do mundo e viver cheia de tesouros. 
A segunda, olhando um riacho suspirou: eu quero ser um navio bem grande para transportar reis e rainhas.
A terceira olhou para o vale e disse: quero crescer e ficar aqui no alto da montanha; quero crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim levantem os olhos e pensem em Deus.
Muitos anos se passaram, as árvores cresceram. Surgiram três lenhadores que, sem saber do sonho das árvores, cortaram as três.
A primeira árvore acabou se transformando num cocho de animais, coberto de feno.
A segunda virou um barco de pesca transportando pessoas e peixes todos os dias.
A terceira foi cortada em vigas e deixada num depósito.
Desiludidas as três árvores lamentaram os seus destinos.
Mas, numa certa noite, com o céu cheio de estrelas, uma jovem mulher colocou o seu bebê recém-nascido naquele cocho. De repente, a árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A segunda, certo dia, transportou um homem que acabou por dormir no barco e, quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse PAZ! e, imediatamente, as águas se acalmaram. E a árvore transformada em barco entendeu que transportava o rei dos céus e da terra.
Tempos mais tarde, numa Sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando as vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. A árvore sentiu-se horrível vendo o sofrimento daquele homem. Mas logo entendeu que aquele homem salvou a humanidade e as pessoas logo se lembrariam de Deus ao olharem para a cruz.
O exemplo das árvores é um sinal de que é preciso sonhar e ter fé SEMPRE!!! Não importa o tamanho dos sonhos que você tenha, sonhe muito e sempre. Mesmo que seus sonhos não se realizem exatamente como você desejou, saiba que eles se concretizarão da maneira que Deus entendeu ser a melhor para você.
"Uma nuvem não sabe por que se move em tal direção e em tal velocidade. Sente apenas um impulso que a conduz para esta ou aquela direção. Mas o céu sabe os motivos e os desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes."

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Numa atividade em sala de aula a professora pergunta:

Professora: Qual personagem de conto de fadas vocês querem ser?
Aluna1: A Branca de Neve.
Professora: Por que?
Aluna1: Ela é linda, e tem um príncipe que à ama, com cavalos, castelos, e ela tem um final feliz.
Professora: E você?
Aluna2: Eu quero ser a Rapunzel. Porque ela é linda, e tem um principe que lutou por ela. E ela mora em um castelo gigante, o mais bonito de todos!
Professora: (virando-se para uma menina especial) E você Marina, o qual você quer ser?
Marina: Eu quero ser a princesa Fiona, do Shrek.
Professora: Mas por que? Você não quer ser a Cinderela, ou outra mais bonita?
Marina: Não. A Fiona é a mais bonita. Ela se aceita como ela é, diferente de todos como eu, pra viver com quem ela realmente ama e que também ama ela de verdade. Ela tem um burro que fala, isso não é mais legal do que cavalos tia? Veja só, ela é feliz e não precisa de castelos nem de um homem bonito por fora. Eu queria um Shrek pra mim. Queria que alguém me aceitasse por quem eu sou. E ele me ensinou que eu não preciso ser perfeita pra ter um final feliz.
TOMA ESSA SOCIEDADE !