terça-feira, 5 de novembro de 2013

Roteiro para a elaboração dos relatórios

Turma de Infantil II (4 anos) - 2º semestre
1. INTRODUÇÃO: falar sobre a participação da criança na rotina, nas brincadeiras, momento
do diversificado e interação com os colegas.

2. LINGUAGEM ORAL
 Projeto de Poesias e Reconto: a criança recitou as poesias apenas no coletivo ou também
o fez individualmente? Participou do reconto utilizando expressões e palavras do texto
fonte?
 Roda de Conversa: participou espontaneamente ou apenas quando o professor ou colega
fazia alguma pergunta, houve ampliação no vocabulário, se expressava com clareza?

3. LEITURA
 Identificou os nomes dos colegas?
 Em que situações fez leituras e apoiada em que indícios para dizer o que estava escrito?

4. LINGUAGEM ESCRITA
 Como produziu suas escritas, explicitar os avanços e colocar exemplos.
 Escrita do próprio nome (se ainda não escrevia com autonomia no 1º semestre).

5. MATEMÁTICA
 Como fez a recitação da sequência numérica oral, até que número?
 Fez contagem termo a termo? Quantificou?
 Interpretação de números: conseguiu identificar quais?
 Como fez o registro de quantidades? Utilizou risquinhos ou algarismos?
 Como fez a contagem dos pontos nos jogos?

6. NATUREZA E SOCIEDADE
 Como foi a participação da criança no projeto ?
 Quais hipóteses levantou e como participou das pesquisas?
 Colocar exemplos de comentários, perguntas ou explicações efetuadas ao longo do
projeto.

7. ARTES VISUAIS
 Como foi seu percurso no desenho, pintura, modelagem e colagem.
 Comentar sobre sua participação/atuação nos momentos de apreciação dos próprios
trabalhos, dos colegas ou de obras de arte.

8. MÚSICA
 Participou dos momentos de cantoria? Quais foram as brincadeiras envolvendo os
diferentes tipos de som que atuou mais ativamente e/ou em quais foi mais desafiada?

9. MOVIMENTO
 Como foi sua participação e atuação nas atividades propostas? Do que pareceu gostar
mais? Qual foi seu maior desafio?

Tópicos elaborados por professores do infantil II e orientação de Leninha Ruiz

Como ajudar os professores a elaborar os relatórios de avaliação de aprendizagem.

Elaborar um documento que mostre o percurso de aprendizagem de cada um dos alunos é compromisso da escola e dos professores. Na Educação Infantil, fazer pareceres descritivos é a forma mais apropriada para avaliar as crianças, porque eles possibilitam particularizar cada pequeno e destacar as intervenções que foram efetuadas para que eles ampliassem seus saberes.
A tarefa de fazer esse registro não é nada fácil, mas é preciso que o professor o faça da melhor forma possível. Os registros precisam ser fiéis (retratando o percurso de cada criança), bem escritos e claros o suficiente para que os interlocutores (familiares, outros professores e profissionais) compreendam.
Para que esse trabalho seja bem sucedido, o coordenador pedagógico tem que ser o parceiro mais experiente de seu grupo de professores, auxiliando-os na elaboração dos relatórios. Abaixo, elenquei para vocês algumas das principais orientações que podemos dar aos professores, tendo sempre em mente que planejar como será o processo de elaboração desses documentos é o caminho ideal!
Como orientar e ajudar os professores?
  1. Período: é importante definir claramente de quando a quando esse relatório vai abranger. Ele pode ser semestral, trimestral ou até bimestral. É necessário que a escola já tenha definido a periodicidade das avaliações para que cada relatório abranja o mesmo período que o anterior. Por ser final de ano, é comum alguns professores fazerem comparações com o começo do ano, mas esse período foi contemplado nos relatórios anteriores, a menos que a criança tenha ingressado na escola em outro período.
  2. Registros: é necessário separar os materiais que servirão de apoio para resgatar os processos de aprendizagem. Entre eles, estão os planejamentos, nos quais descrevemos as expectativas de aprendizagem, as pautas de observação, as anotações do professor, e as produções das crianças. A memória não daria conta de preservar o percurso particular de cada pequeno, portanto, ter todos esses documentos organizados é o que vai assegurar um relatório bem elaborado.
  3. Roteiro do relatório: facilitará muito o trabalho do professor se, antes de começar a escrever, ele tiver elaborado um roteiro para direcionar seu trabalho. Isso porque acontecem muitas situações didáticas ao longo do período analisado e seria impossível abordar tudo. Por isso, elencar os itens que precisam ser priorizados, como os principais objetivos e/ou conteúdos de cada eixo de conhecimento, além do foco da abordagem no relatório, é uma boa maneira de manter a organização. Quando esse roteiro é feito coletivamente pelos professores que atuam no mesmo nível, ocorre uma contribuição entre eles, o que potencializa o foco bem definido para a escrita dos relatórios.
  4. Revisão dos Relatórios: Depois de iniciada a escrita dos relatórios, o papel do coordenador pedagógico é ajudar o professor na revisão do texto (sim, toda escrita precisa ser revisada!) e, ao mesmo tempo, respeitar o estilo de escrita de cada um. Não vale deixar passar informações equivocadas, erros de gramática ou trechos idênticos a respeito de crianças diferentes. Quando isso acontece, não é nada legal riscar ou marcar de vermelho como se fazia antigamente! É preciso mostrar para o docente porque o trecho precisa ser reescrito e o que e como ele pode fazer diferente.
Ajudar o professor a enxergar e melhorar seus relatórios é altamente formativo e, sem dúvida, um desafio e tanto para o coordenador! Uma sugestão que dou para vocês é revisar alguns relatórios, uns três ou quatro, com cada professor e orientar que ele siga revisando os demais, de preferência alguns dias depois que o produziu. Assim, ele consegue se distanciar da escrita original e fazer uma boa revisão.
E na sua escola, a escrita dos relatórios já começou? Você tem auxiliado os professores ao mesmo tempo em que respeita a autoria da escrita?

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Orgulho...

Pedi que meus alunos ilustrassem a atividade conforme estavam vendo no livro e olha meu artista "Alexandre", ele é super demais, tem muito futuro esse menino.



Projeto Sacolinha de Leitura

Projeto “Sacola da Leitura”

O Projeto “Sacola da Leitura” consiste no empréstimo dos livros de sala de aula para que a criança realize sua leitura em casa junto à família.

Justificativa
A criança adora histórias de príncipes, princesas, animais falante, bruxas, pois tudo isso faz parte do seu mundo imaginário, de sua fantasia. E partindo dessa realidade, observa-se que é o momento oportuno para inseri-las no contato com os livros, com obras clássicas e modernas, conhecendo autores e ilustradores que fazem de tudo para despertar na criança o hábito da leitura.
Tudo isso se torna ainda mais prazeroso quando ouvidas em família, no aconchego do colo do papai ou da mamãe, ou quem sabe, do avô, da avó ou dos irmãos. Ou ainda dando seus primeiros passos na leitura sozinha, descobrindo suas primeiras palavras, ou realizando a leitura de imagens.

Objetivos:
 • Incentivar o gosto pela leitura;
• Conhecer histórias variadas;
• Ampliar o vocabulário;

• Reunir à família, possibilitando assim o diálogo, a troca, a interação e a união entre seus membros;
• Despertar ainda mais a imaginação, a curiosidade, a comunicação e a auto-estima das crianças; 
 • Ajudar a criança nessa fase de alfabetização, lendo para ela e questionando sobre a leitura.

Como é realizado:Trata-se de um projeto de prática de leitura onde os alunos levam para casa uma sacola contendo um livro de história infantil (1 aluno por dia, de segunda a quinta), e uma folha de registro, onde terão que registrar a sua opinião sobre a história lida, o autor e o ilustrador do livro, usando escrita. Depois, em sala, cada aluno apresentará sua leitura ou interpretação aos colegas. Na apresentação, o aluno (a) também poderá responder as perguntas feitas pelos colegas ou pela professora sobre o livro.

AVALIAÇÃO
Ocorrerá durante todo o processo, a partir da observação direta das atitudes do aluno-leitor no seu cotidiano, e da avaliação de leitura e interpretação de texto do aluno, no dia-a-dia.

PRODUTO FINAL
Os alunos apresentaram em forma de exposição os registros feitos por eles de todos os livros lidos, bem como uma peça teatral organizada pela sala do livro preferido pela turma.
Livro encadernado com as fichas individuais de leitura.

Modelo da Ficha de Leitura Individual:
Projeto “Sacola da Leitura” –  Ficha Individual

Aluno:____________________________________________________________
Nome do Livro:_____________________________________________________
Autor:_____________________________________________________________
Ilustrador:__________________________________________________________

Fale um pouco da parte que você mais gostou do livro que acabou de ler.
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Você leu sozinho?           (   )  Sim            (   ) Não
Se não, quem leu pra você? ___________________________________________

“Pais lembrem-se que nossos exemplos valem mais do que palavras, demonstre interesse por ler, pelo estudo de seu filho (a), e verás o quanto é gratificante essa fase de suas vidas.






E eles estão muito espertos...

Delícia poder perceber que meus alunos estão cada dia mais espertos. Podemos não receber salários dignos, não sermos valorizados pela sociedade, ou até terminar nossa semana estafadas, mas uma coisa é certa, quem tem amor por essa profissão passa por tudo isso com a alegria sempre estampada no rosto, porque é muito gratificante ver nossos pequenos aprenderem. 
Finalizamos nosso terceiro bimestre e como sou muito exigente comigo e com eles, as vezes fico frustrada por não ter atingido certos objetivos, mas analisando o portfólio que fazemos com a escrita deles para podermos avaliar o desempenho de cada um, pude observar  que de acordo com suas capacidades individuais, conseguiram uma grande evolução.
Tenho alunos que estavam silábicos com correspondência e que hoje estão lendo fluentemente e produzindo textos com segmentação. Alegria e motivação para mim. 
Sei que não é fácil, as vezes também me chateio com certas coisas que só acontecem em nossa profissão, mas isso não me faz desistir, pois amo o que faço e procuro fazer bem feito, uma vez que tenho vidas sobre a minha responsabilidade.
Sigamos em frente rumo ao último bimestre.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Formas criativas para estimular a mente de alunos com deficiência

O professor deve entender as dificuldades dos estudantes com limitações de raciocínio e desenvolver formas criativas para auxiliá-los.
De todas as experiências que surgem no caminho de quem trabalha com a inclusão, receber um aluno com deficiência intelectual parece a mais complexa. Para o surdo, os primeiros passos são dados com a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os cegos têm o braile como ferramenta básica e, para os estudantes com limitações físicas, adaptações no ambiente e nos materiais costumam resolver os entraves do dia-a-dia. 

Mas por onde começar quando a deficiência é intelectual? Melhor do que se prender a relatórios médicos, os educadores das salas de recurso e das regulares precisam entender que tais diagnósticos são uma pista para descobrir o que interessa: quais obstáculos o aluno enfrentará para aprender - e eles, para ensinar. 
No geral, especialistas na área sabem que existem características comuns a todo esse público (leia a definição no quadro desta página). São três as principais dificuldades enfrentadas por eles: falta de concentração, entraves na comunicação e na interação e menor capacidade para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não compreender a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado diferente. "Há crianças que reproduzem qualquer palavra escrita no quadro, mas não conseguem escrever sozinhas por não associar que aquelas letras representem o que ela diz", comenta Anna Augusta Sampaio de Oliveira, professora do Departamento de Educação Especial da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). As características de todas as outras deficiências você pode ver no especial Inclusão, de NOVA ESCOLA.

A importância do foco nas explicações em sala de aula 
Alunos com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos - colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas tenham um início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo.

A meta é que, sempre que possível e mesmo com um trabalho diferente, o aluno esteja participando do grupo. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com algum desafio. Depois, pode-se aumentar as regras, o número de participantes e a complexidade. "A própria sequência de exercícios parecidos e agradáveis já vai ajudá-lo a aumentar de forma considerável a capacidade de se concentrar", comenta Maria Tereza, da Unicamp. 
O que é a deficiência intelectual?
É a limitação em pelo menos duas das seguintes habilidades: comunicação, auto cuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, usam de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho. O termo substituiu "deficiência mental" em 2004, por recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), para evitar confusões com "doença mental", que é um estado patológico de pessoas que têm o intelecto igual da média, mas que, por algum problema, acabam temporariamente sem usá-lo em sua capacidade plena. As causas variam e são complexas, englobando fatores genéticos, como a síndrome de Down, e ambientais, como os decorrentes de infecções e uso de drogas na gravidez, dificuldades no parto, prematuridade, meningite e traumas cranianos. Os Transtornos Globais de Desenvolvimento (TGDs), como o autismo, também costumam causar limitações. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 5% da população mundial tem alguma deficiência intelectual.
Foi o que fez a professora Marina Fazio Simão, da EMEF Professor Henrique Pegado, na capital paulista, para conseguir a atenção de Moisés de Oliveira, aluno com síndrome de Down da 3ª série. "Ele não ficava parado, assistindo à aula", lembra ela. Este ano, em um projeto sobre fábulas, os avanços começaram a aparecer. "Nós lemos para a sala e os alunos recontam a história de maneiras diferentes. No caso dele, o primeiro passo foram os desenhos. Depois, escrevi com ele o nome dos personagens e palavras-chave", relata ela. 

Escrita significativa e muito bem ilustrada 
A falta de compreensão da função da escrita como representação da linguagem é outra característica comum em quem tem deficiência intelectual. Essa imaturidade do sistema neurológico pede estratégias que servem para a criança desenvolver a capacidade de relacionar o falado com o escrito. Para ajudar, o professor deve enaltecer o uso social da língua e usar ilustrações e fichas de leitura. O objetivo delas é acostumar o estudante a relacionar imagens com textos. A elaboração de relatórios sobre o que está sendo feito também ajuda nas etapas avançadas da alfabetização. 

A professora Andréia Cristina Motta Nascimento é titular da sala de recursos da EM Padre Anchieta, em Curitiba, onde atende estudantes com deficiência intelectual. Este ano, desenvolve com eles um projeto baseado na autoidentificação - forma encontrada para tornar o aprendizado mais significativo. A primeira medida foi pedir que trouxessem fotos, certidão de nascimento, registro de identidade e tudo que poderia dizer quem eram. "O material vai compor um livro sobre a vida de cada um e, enquanto se empolgam com esse objetivo, eu alcanço o meu, que é ensiná-los a escrever", argumenta à educadora. 

Quem não se comunica... pode precisar de interação 

Outra característica da deficiência intelectual que pode comprometer o aprendizado é a dificuldade de comunicação. A inclusão de músicas, brincadeiras orais, leituras com entonação apropriada, poemas e parlendas ajuda a desenvolver a oralidade. "Parcerias com fonoaudiólogos devem ser sempre buscadas, mas a sala de aula contribui bastante porque, além de verbalizar, eles se motivam ao ver os colegas tentando o mesmo", explica Anna, da UNESP. 

Essa limitação, muitas vezes, camufla a verdadeira causa do problema: a falta de interação. Nos alunos com autismo, por exemplo, a comunicação é rara por falta de interação. É o convívio com os colegas que trará o desenvolvimento do estudante. Para integrá-lo, as dicas são dar o espaço de que ele precisa mantendo sempre um canal aberto para que busque o educador e os colegas. 

Para a professora Sumaia Ferreira, da EM José de Calazans, em Belo Horizonte, esse canal com Vinicius Sander, aluno com autismo do 2º ano do Ensino Fundamental, foi feito pela música. O garoto falava poucas palavras e não se aproximava dos demais. Sumaia percebeu que o menino insistia em brincar com as capas de DVDs da sala e com um toca-CD, colocando músicas aleatoriamente. Aos poucos, viu que poderia unir o útil ao agradável, já que essas atividades aproximavam o menino voluntariamente. Como ele passou a se mostrar satisfeito quando os colegas aceitavam bem a música que escolheu, ela flexibilizou o uso do aparelho e passou a incluir músicas relacionadas ao conteúdo. "Vi que ele tem uma memória muito boa e o vocabulário dele cresceu bastante. Por meio dos sons, enturmamos o Vinicius."

sábado, 24 de agosto de 2013

Muitas vezes fico indignada com a educação e o valor que nós educadores temos na sociedade. Cada dia torna-se mais difícil ser professor, mas ainda sou encantada por minha profissão. Essa semana falei que se voltasse no tempo não faria pedagogia, mas faria sim. Não tem nada mais gratificante que fazer a diferença na vida de pequenos seres. Hoje me emocionei com alguns alunos que no início do ano ainda não liam, e olha que estão no segundo ano, mas agora, se divertem com os livros. Cada hora vem um todo orgulhoso com um livro na mão dizendo: "olha pro, eu li esse livro", e lê um trecho ou comenta uma parte que gostou e vejo a gratidão em seus olhos, nessa hora vejo o valor do meu trabalho e tenho certeza que amo o que faço. É claro que fico cansada, com raiva, tem dia que tudo que planejo dá errado e aquela aula que achei que seria um sucesso vira um fracasso, mas graças a Deus não é sempre assim. Não temos rotina, cada dia nos traz maravilhosas surpresas. O dia que não acreditar mais na educação, penduro as chuteiras, por enquanto sigo feliz, pois como diz uma amiga, amo o que faço e faço o que amo!!!