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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Coleção Era uma Vez...

Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma em cada sete pessoas no planeta apresenta algum tipo de deficiência física, sensorial ou intelectual. Além de lidar com as limitações que essas deficiências impõem, elas também precisam conviver com a falta de informação e com o preconceito vigentes na nossa sociedade.
"Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo” reúne 11 livros, com textos e ilustrações de Cristiano Refosco e design gráfico de Leandro Selister. As histórias são inspiradas nos clássicos contos de fadas apresentados em uma versão diferenciada, onde os personagens principais possuem algum tipo de deficiência.
O objetivo principal da coleção é se tornar um instrumento de apoio no trabalho de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade, fomentando a utilização dos livros tanto nas atividades escolares quanto no convívio familiar. A coleção inclui um CD com audiodescrição das histórias. Clique nas imagens para conhecer a Coleção.




  


                                         


Coleção Diferenças.

A Fundação Dorina Nowill para Cegos e Transmissoras Brasileira de Energia-TBE lançam a Coleção Diferenças, com o conceito “Ensinando a respeitar a diversidade”. São 5 livros infantis impressos em fonte ampliada e braille. O objetivo é estimular a educação inclusiva e abordar cada uma das deficiências: visual, física, auditiva, intelectual e múltipla.
Os autores e ilustradores da coleção, sob a orientação dos profissionais especializados da Fundação Dorina, criaram histórias e desenhos que pudessem ser reproduzidos em fonte ampliada, textos em braille e imagens divertidas em relevo, a fim de possibilitar que crianças cegas e com baixa visão leiam o livro em companhia da família e dos colegas de classe, proporcionando uma leitura interessante e prazerosa, com recursos de acessibilidade importantes para a compreensão de pessoas com deficiência visual.

Onde encontrar:



terça-feira, 9 de outubro de 2012

LIBRAS X PRECONCEITO

É UM DIREITO DO SURDO E UM DEVER DA SOCIEDADE.

A LIBRAS permite ao surdo uma forma de comunicação diferente que deve ser respeitada, pois trata-se de uma língua legalmente reconhecida, apesar de apenas uma minoria utilizá-la. Além disso, são os ouvintes que fazem dela um problema, uma vez que não conseguem entendê-la. Várias pesquisas já demonstraram que a língua de sinais cumpre com os aspectos linguísticos, uma vez que possui todo o processo próprio da língua, que leva a comunicação.

Foi enfatizado também que a primeira língua a ser adquirida pelo surdo é a LIBRAS, e que sua difusão é muito importante para que as pessoas tenham conhecimento da influência que ela exerce na comunicação dos surdos.

Percebe-se que há pouco uso da LIBRAS pelos ouvintes que trabalham diretamente com os surdos em sala de aula. Os professores alegam não ser esta a disciplina deles, e não se esforçam para estabelecer contato com o surdo.

No que diz respeito ao preconceito, ele existe, visto que o surdo, na maioria das vezes, não consegue estabelecer contato com o ouvinte. Por outro lado, a discriminação é algo sutil no caso dos surdos, pensa-se que o domínio da língua de sinais é suficiente para incluí-los na sociedade. Assim, a inclusão passa por uma transformação muito mais profunda no pensar, ver e agir de cada um. A discriminação vem do ato de encarar o outro como alguém menor ou menos capaz do que o eu. Isto, no entanto, é algo cultural, que nenhuma lei no mundo sozinha pode mudar.

Portanto, a linguagem de sinais deve passar a ser reconhecida na prática social como uma verdadeira língua, com organização e estrutura próprias, passando do status de mímica para o de língua.






quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Números em Libras


 Devemos estimular a inclusão desde a Educação Infantil.


Fonte: https://www.facebook.com/VidaEmLibras

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Alfabeto em Libras


Ótima sugestão para quem trabalha com Educação Infantil, mesmo que seja classe de crianças ouvintes, pois a inclusão deve estar sempre presente na escola.





quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Educação Inclusiva.

Iniciei nesse mês um curso à distancia pela Universidade Federal de Uberlandia (UFU). Confesso que não acreditava muito nesses cursos à distancia, mas tenho aprendido bastante. Tenho lido muito para produzir meus trabalhos e as discussões que são feitas nos fóruns são muito importantes para nosso aprendizado. Meu olhar sobre esse tipo de educação está mudando a cada dia.
Sou encantada pela Educação Especial mas percebo a cada dia que as crianças só estão sendo aceitas na escola por se tratar de lei, mas em alguns casos ficam excluídas na própria escola.
Os professores não estão sendo preparados para lidar com as diferentes especialidades. Aqueles mais interessados procuram formação por conta própria. Mas ainda tem a questão do tempo disponível pois a maioria tem jornada dupla, às vezes até tripla.
Precisamos garantir que essas crianças estejam realmente incluídas e não apenas frequentando a sala de aula regular. Esse direito precisa ser garantido.
Inclusão se refere à totalidade e incondicionalidade, onde toda e qualquer criança deve ser inserida no sistema escolar comum. Mas o que vemos hoje é apenas integração, uma inserção parcial e condicionada. As escolas não se adéquam a essas crianças, elas é que tem de se adequar às escolas.
Muitas mudanças ocorreram, mas temos ainda um longo caminho a percorrer em busca de uma inclusão verdadeira e eficaz, pois sabemos que esses alunos conquistaram o direito de frequentarem à escola regular, porém como estão sendo tratados por ela? Esse é o maior problema que observo. Colocar as crianças na escola hoje é de certa forma fácil, o difícil é ter garantida a inclusão verdadeira, a aceitação pura por parte do corpo escolar, o aprendizado eficaz desse aluno com todas as suas potencialidades. Não culpo aqui apenas a escola e o professor, mas também os órgãos públicos que não capacitam esse grupo para cumprirem essa função com propriedade.
Não devemos querer tornar essas crianças normais, mas sim garantir que tenham o direito de serem diferentes e terem suas necessidades reconhecidas e atendidas. Devemos possibilitar que tenham condições de desenvolverem-se como estudantes, pessoas e cidadão.
A nós professores cabe a busca constante por aprendizado, devemos, uma vez que nem sempre nos é oferecido, buscar esse conhecimento por nós mesmos, pois acredito que é sim possível oferecer uma educação de qualidade que atenda a todos os alunos, sendo esses normais ou não, pois todos de uma forma ou de outra são sempre especiais.

Keyla Veríssimo.